Revista Digital - FACEPE http://revista.facepesp.com.br/index.php/RevFACEPE <p>A <strong data-start="34" data-end="94">FACEPE – Revista Digital da FAISP (Faculdade Interativa)</strong> é uma publicação eletrônica voltada à disseminação de conhecimento acadêmico, científico e institucional. A revista reúne artigos, reflexões, estudos e conteúdos relacionados às áreas de educação, gestão, inovação, tecnologia e desenvolvimento profissional, promovendo o diálogo entre estudantes, docentes, pesquisadores e profissionais. Seu objetivo é incentivar a produção intelectual, estimular o pensamento crítico e contribuir para a formação acadêmica e para o desenvolvimento da sociedade por meio do compartilhamento de conhecimento atualizado e relevante.</p> Faculdade Interativa de São Paulo - FAISP pt-BR Revista Digital - FACEPE 2675-0414 GESTÃO DE MARKETING EM EMPRESAS DE GRANDE PORTE_ ESTRATÉGIAS DE SEGMENTAÇÃO, PUBLICIDADE E GERAÇÃO DE VALOR http://revista.facepesp.com.br/index.php/RevFACEPE/article/view/59 <p><strong>Resumo</strong></p> <p><span style="font-weight: 400;">A gestão de marketing ocupa posição estratégica nas empresas de grande porte por articular conhecimento de mercado, definição de públicos, posicionamento, comunicação e avaliação de resultados. Este artigo analisa de que maneira a gestão de marketing orienta a elaboração e a coordenação de ações publicitárias, com ênfase na identificação do público-alvo, no planejamento das campanhas e na mensuração de seus efeitos sobre a marca e o desempenho organizacional. O estudo foi desenvolvido por meio de pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter exploratório, com base em obras e artigos acadêmicos sobre administração de marketing, orientação para o mercado, valor de marca, publicidade e produtividade de marketing. A análise evidencia que, em organizações de maior porte, a publicidade não deve ser compreendida como atividade isolada, mas como parte de um sistema de decisões que começa pela leitura do ambiente e pela segmentação do mercado, passa pela formulação de uma proposta de valor e pela escolha de canais e mensagens, e termina no acompanhamento de indicadores financeiros e não financeiros. Também se observa que a construção de marcas fortes depende da consistência entre o posicionamento pretendido, a experiência oferecida e a comunicação percebida pelos consumidores. Conclui-se que a eficácia das campanhas está associada à integração entre inteligência de mercado, planejamento estratégico, coordenação dos meios de comunicação e mensuração contínua, permitindo que empresas de grande porte reduzam desperdícios, fortaleçam relacionamentos e transformem investimentos em marketing em ativos capazes de gerar valor de longo prazo.</span></p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Palavras-chave: </strong><span style="font-weight: 400;">Gestão de Marketing; Publicidade; Segmentação de Mercado; Estratégia; Desempenho Organizacional.</span></p> Vitor Neves Barbosa Ana Claudia Pinheiro de Souza José Felipe Lima da Silva Lucas Antunes da Silva Tamyris Mariana dos Santos ##submission.copyrightStatement## 2026-07-02 2026-07-02 1 14 1 8 SÍNDROME DE BURNOUT NA LIDERANÇA DE ENFERMAGEM_ IMPACTOS DA CARGA DE TRABALHO, DO ESTRESSE OCUPACIONAL E ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO http://revista.facepesp.com.br/index.php/RevFACEPE/article/view/60 <h1><strong>Resumo</strong></h1> <p><span style="font-weight: 400;">O burnout constitui importante fenômeno relacionado ao contexto ocupacional e adquire especial relevância entre profissionais da enfermagem que desempenham funções de liderança. Além das demandas assistenciais características do setor da saúde, enfermeiros que ocupam cargos de chefia precisam administrar equipes, tomar decisões, solucionar conflitos, organizar escalas, responder por indicadores de qualidade e lidar continuamente com situações de elevada responsabilidade e pressão. Este artigo tem como objetivo analisar os impactos do burnout na liderança de enfermagem, considerando especialmente a carga de trabalho, o estresse ocupacional, as responsabilidades gerenciais e as condições organizacionais. O estudo foi desenvolvido por meio de pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa, caráter descritivo e exploratório, fundamentada em livros, artigos científicos e documentos institucionais relacionados ao burnout e à gestão em enfermagem. A literatura analisada demonstra que o esgotamento profissional não deve ser compreendido exclusivamente como uma dificuldade individual, pois sua ocorrência está relacionada também a aspectos do ambiente de trabalho, como sobrecarga, insuficiência de recursos, conflitos entre trabalho e vida pessoal, baixa autonomia e ausência de suporte organizacional. Entre líderes de enfermagem, esses fatores podem repercutir sobre a comunicação, a tomada de decisões, o relacionamento com a equipe e a qualidade da gestão. Conclui-se que a prevenção do burnout exige ações integradas, envolvendo adequação das demandas de trabalho, apoio institucional, fortalecimento da liderança, desenvolvimento da resiliência, valorização profissional e construção de ambientes organizacionais mais saudáveis.</span></p> Vitor Neves Barbosa Andreza Brito da Silva Ferro Emerson Gomes da Silva Giovanni Jorge Cabral Sidney Teixeira Nicolau ##submission.copyrightStatement## 2026-07-02 2026-07-02 1 14 1 12 SAÚDE MENTAL NO ATENDIMENTO AO CLIENTE: IMPACTOS DA PRESSÃO POR METAS, DO TRABALHO EMOCIONAL E DO SUPORTE ORGANIZACIONAL http://revista.facepesp.com.br/index.php/RevFACEPE/article/view/61 <h1><strong>Resumo</strong></h1> <p><span style="font-weight: 400;">A saúde mental dos trabalhadores tornou-se uma questão estratégica para organizações que dependem de contato contínuo com clientes, especialmente em atividades caracterizadas por metas, monitoramento de desempenho, exigências emocionais e exposição a conflitos. Este artigo analisa a relação entre pressão organizacional por resultados, trabalho emocional, suporte oferecido pela empresa e saúde mental de colaboradores que atuam no atendimento ao cliente. O estudo foi desenvolvido por meio de pesquisa bibliográfica, de abordagem qualitativa e caráter descritivo e exploratório, fundamentada em autores da psicodinâmica do trabalho, da psicologia organizacional e dos estudos sobre demandas e recursos de trabalho. A literatura evidencia que metas e cobranças não são necessariamente prejudiciais quando acompanhadas de recursos adequados, autonomia, apoio gerencial, condições de trabalho e reconhecimento. Entretanto, demandas elevadas e persistentes, associadas à necessidade de controlar emoções diante de clientes, conflitos interpessoais e insuficiência de suporte, podem aumentar o desgaste psicológico, a exaustão e a intenção de afastamento da organização. No atendimento ao cliente, a saúde mental também se relaciona à qualidade das interações, à capacidade de comunicação e à manutenção de um desempenho sustentável. Conclui-se que a promoção da saúde mental exige ações organizacionais que ultrapassem iniciativas individuais, incluindo gestão realista de metas, apoio às equipes, treinamento de gestores, prevenção de riscos psicossociais, canais de escuta e fortalecimento de condições de trabalho mais equilibradas.</span></p> Vitor Neves Barbosa Erigeice Paula Leão de Almeida Siqueira Jaqueline Clarete da Silva Viana Nathalia Mariane de Melo Barbosa Ozilaine Alves Rodrigues ##submission.copyrightStatement## 2026-07-03 2026-07-03 1 14 1 12 SAÚDE MENTAL E SUICÍDIO NA POLÍCIA MILITAR DO ESTADO DE SÃO PAULO: FATORES OCUPACIONAIS, VULNERABILIDADES E ESTRATÉGIAS DE PREVENÇÃO http://revista.facepesp.com.br/index.php/RevFACEPE/article/view/62 <h1><strong>Resumo</strong></h1> <p><span style="font-weight: 400;">A saúde mental dos profissionais de segurança pública constitui tema de crescente relevância diante das características da atividade policial, marcada por exposição recorrente a situações de risco, violência, pressão institucional, responsabilidade decisória e demandas emocionais intensas. Este artigo analisa os fatores ocupacionais e organizacionais relacionados ao sofrimento psíquico e à vulnerabilidade ao comportamento suicida entre policiais militares, com ênfase na Polícia Militar do Estado de São Paulo. O estudo adota abordagem qualitativa, de caráter bibliográfico e documental, reunindo pesquisas acadêmicas sobre saúde mental de policiais e dados oficiais do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. A análise evidencia que o suicídio é um fenômeno multifatorial e não pode ser explicado por uma causa isolada. As evidências apontam para a necessidade de considerar, de forma articulada, exposição a eventos traumáticos, sobrecarga, organização do trabalho, rigidez hierárquica, dificuldades de reconhecimento, estigma relacionado à busca por ajuda e insuficiência de redes de apoio. Dados recentes mostram que, embora os suicídios de policiais civis e militares tenham diminuído no conjunto do país em 2025, o suicídio permaneceu como a principal causa de morte entre esses profissionais. Em São Paulo, entretanto, houve aumento dos registros nas corporações estaduais, inclusive na Polícia Militar. Conclui-se que a prevenção requer políticas permanentes, confidenciais e integradas, capazes de combinar vigilância em saúde, identificação precoce de sofrimento, apoio entre pares, acesso facilitado a cuidado especializado, capacitação de lideranças e revisão de fatores organizacionais que ampliem riscos psicossociais.</span></p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Palavras-chave: </strong><span style="font-weight: 400;">Saúde Mental; Polícia Militar; Suicídio; Saúde do Trabalhador; Prevenção.</span></p> <div id="simple-translate" class="simple-translate-system-theme">&nbsp;</div> Vitor Neves Barbosa Gilmar Alves da Silva Renan Salomão da Silva Renata de Oliveira Oliveira ##submission.copyrightStatement## 2026-07-03 2026-07-03 1 14 1 11 USO PESSOAL DE REDES SOCIAIS NO AMBIENTE DE TRABALHO_ PRODUTIVIDADE, PRIVACIDADE, SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO E DESAFIOS DE GESTÃO http://revista.facepesp.com.br/index.php/RevFACEPE/article/view/63 <h1><strong>Resumo</strong></h1> <p><span style="font-weight: 400;">A consolidação das redes sociais e dos dispositivos móveis ampliou a conectividade dos trabalhadores e tornou mais tênues as fronteiras entre vida pessoal e atividade profissional. No ambiente corporativo, o uso pessoal dessas plataformas pode gerar distrações e interrupções, mas também pode funcionar como forma de breve recuperação, comunicação e manutenção de vínculos sociais. Este artigo analisa os impactos do uso pessoal de redes sociais no contexto laboral, com ênfase na produtividade, no comportamento organizacional, na privacidade do trabalhador, na segurança da informação e nas práticas de governança. O estudo foi desenvolvido por meio de pesquisa bibliográfica e documental, de abordagem qualitativa e caráter descritivo e exploratório. A discussão utiliza contribuições da gestão de pessoas, dos estudos sobre cyberloafing e uso de mídias sociais no trabalho, além da legislação brasileira de proteção de dados. A literatura indica que os efeitos das redes sociais não são uniformemente negativos: comportamentos excessivos e incompatíveis com as atividades podem reduzir foco e desempenho, ao passo que usos moderados ou associados ao trabalho podem contribuir para engajamento, compartilhamento de conhecimento e recuperação da atenção. Verifica-se ainda que políticas de controle devem observar proporcionalidade, transparência, finalidade e necessidade, especialmente quando envolvem tratamento de dados pessoais. Conclui-se que a gestão eficaz não deve basear-se apenas na proibição ou na vigilância, mas na combinação de regras claras, educação digital, segurança da informação, liderança, definição de responsabilidades e monitoramento proporcional aos riscos.</span></p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Palavras-chave: </strong><span style="font-weight: 400;">Redes Sociais; Produtividade; Cyberloafing; Privacidade; Segurança da Informação.</span></p> <div id="simple-translate" class="simple-translate-system-theme">&nbsp;</div> Vitor Neves Barbosa Miriam Rodrigues Soares Paula Vieira da Silva Ribeiro Rosemeire Alves Bonfim Stefanni Soares Oliveira ##submission.copyrightStatement## 2026-07-06 2026-07-06 1 14 1 12 GESTÃO DE ESTOQUES E DESEMPENHO LOGÍSTICO: IMPACTOS DO CONTROLE INADEQUADO E PRÁTICAS PARA REDUÇÃO DE CUSTOS E RUPTURAS http://revista.facepesp.com.br/index.php/RevFACEPE/article/view/64 <h1><strong>Resumo</strong></h1> <p><span style="font-weight: 400;">A gestão de estoques constitui uma atividade estratégica para organizações que precisam conciliar disponibilidade de produtos, continuidade operacional, nível de serviço e controle de custos. Falhas no registro de entradas e saídas, divergências de inventário, políticas inadequadas de ressuprimento e ausência de integração entre áreas podem gerar excesso de materiais, rupturas, perdas, atrasos e imobilização desnecessária de capital. Este artigo tem como objetivo analisar os principais desafios do gerenciamento de estoques e discutir práticas capazes de melhorar o desempenho logístico, com destaque para classificação de itens, previsão de demanda, estoque de segurança, ponto de pedido, acuracidade do inventário e uso de sistemas de informação. A pesquisa é bibliográfica e documental, de abordagem qualitativa, caráter descritivo e exploratório, fundamentada em obras e estudos brasileiros sobre logística e administração de materiais. A literatura demonstra que o controle eficiente depende da diferenciação das políticas de acordo com valor, criticidade, padrão de demanda e tempo de reposição, evitando a aplicação de uma única regra a todos os itens. Também se verifica que tecnologias como sistemas de gestão de armazéns podem ampliar rastreabilidade e acuracidade, porém seus resultados dependem da qualidade dos dados, da padronização dos processos e do acompanhamento gerencial. Conclui-se que a gestão de estoques deve ser compreendida como processo integrado à cadeia de suprimentos e à gestão financeira, pois decisões sobre quanto, quando e o que repor afetam simultaneamente custos, capital de giro, nível de serviço e competitividade.</span></p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Palavras-chave: </strong><span style="font-weight: 400;">Gestão de Estoques; Logística; Controle de Inventário; Ponto de Pedido; Sistemas de Informação.</span></p> <div id="simple-translate" class="simple-translate-system-theme">&nbsp;</div> Vitor Neves Barbosa Alef Alexandre Nunes Carl Santiago de Moraes João Gabriel Vieira Nicolas Santiago de Moraes Souza ##submission.copyrightStatement## 2026-07-06 2026-07-06 1 14 1 12 COMPORTAMENTO DO MICROEMPREENDEDOR E GESTÃO FINANCEIRA: SEPARAÇÃO PATRIMONIAL, CONTROLE DE CAIXA E SUSTENTABILIDADE DO NEGÓCIO http://revista.facepesp.com.br/index.php/RevFACEPE/article/view/65 <h1><strong>Resumo</strong></h1> <p><span style="font-weight: 400;">A gestão financeira de microempreendimentos depende não apenas da existência de ferramentas de controle, mas também das decisões e dos hábitos do próprio empreendedor. Em pequenos negócios, a concentração de funções no proprietário pode aproximar excessivamente as finanças pessoais das finanças empresariais, dificultando a identificação do resultado real, o planejamento do caixa e a formação de reservas para capital de giro. Este artigo analisa como o comportamento do microempreendedor influencia a gestão financeira do negócio, com ênfase na separação entre recursos pessoais e empresariais, no controle de fluxo de caixa, no planejamento financeiro, no uso de instrumentos gerenciais e no apoio contábil consultivo. O estudo foi desenvolvido por meio de pesquisa bibliográfica e documental, de abordagem qualitativa e caráter descritivo e exploratório. A discussão fundamenta-se em obras de administração financeira e empreendedorismo, estudos sobre práticas de gestão em micro e pequenas empresas e materiais técnicos de apoio aos pequenos negócios. A literatura indica que decisões pouco estruturadas, registros incompletos, retiradas sem critério e baixa utilização de instrumentos de gestão podem reduzir a qualidade das informações disponíveis e comprometer a tomada de decisão. Em contrapartida, a separação patrimonial, a definição de pró-labore, o acompanhamento do fluxo de caixa, a elaboração de orçamento, o uso de indicadores e a aproximação entre empreendedor e profissional contábil favorecem maior controle e capacidade de planejamento. Conclui-se que a profissionalização da gestão financeira exige mudança comportamental, disciplina de registro, educação financeira e adoção de ferramentas compatíveis com a realidade do pequeno negócio.</span></p> <p>&nbsp;</p> <p><strong>Palavras-chave: </strong><span style="font-weight: 400;">Microempreendedor; Gestão Financeira; Fluxo de Caixa; Contabilidade Gerencial; Planejamento Financeiro.</span></p> <div id="simple-translate" class="simple-translate-system-theme">&nbsp;</div> Vitor Neves Barbosa Ana Cristina Gonçalves Cinthia Queiroz Jheniffer Júlia Mariana Gomes Nicole Silva Samira Melo ##submission.copyrightStatement## 2026-07-06 2026-07-06 1 14 1 12 A arte de brincar - a importância do lúdico no desenvolvimento infantil e na prática educativa http://revista.facepesp.com.br/index.php/RevFACEPE/article/view/67 <p>Resumo<br>O brincar constitui uma das experiências mais significativas da infância e desempenha papel central na construção de aprendizagens, vínculos, identidade, autonomia e formas de compreender o mundo. Embora muitas vezes seja associado apenas ao entretenimento, a brincadeira envolve processos cognitivos, afetivos, sociais, motores e culturais que contribuem para o desenvolvimento integral da criança. Este artigo tem como objetivo analisar a arte de brincar, compreendendo o brincar como direito da criança, linguagem infantil e recurso pedagógico capaz de favorecer experiências de aprendizagem significativas. Busca-se ainda discutir a relação entre brincadeira, desenvolvimento infantil, imaginação, interação social, aprendizagem e papel do professor, bem como refletir sobre os desafios contemporâneos que podem limitar o tempo e os espaços destinados ao brincar. O estudo foi desenvolvido por meio de pesquisa bibliográfica e documental, de abordagem qualitativa e caráter descritivo e exploratório, fundamentada em autores que discutem o desenvolvimento e a ludicidade, além de documentos normativos brasileiros voltados à infância e à Educação Infantil. A análise evidencia que brincar não significa apenas ocupar o tempo da criança, mas oferecer condições para que ela<br>experimente, imagine, crie, negocie regras, resolva problemas, expresse sentimentos e construa significados. Conclui-se que a valorização do brincar exige ambientes seguros e estimulantes,<br>disponibilidade de materiais diversificados, respeito à iniciativa infantil e mediação pedagógica intencional, sem transformar toda brincadeira em atividade excessivamente dirigida. Dessa<br>forma, a arte de brincar deve ser reconhecida como elemento essencial para uma educação que respeite a infância e favoreça o desenvolvimento integral.<br>Palavras-chave: Brincar; Ludicidade; Infância; Desenvolvimento infantil; Educação Infantil.</p> Vitor Neves Barbosa Sueli Gonçalves Xavier Karanauskas Clayton Medeiros de Oliveira ##submission.copyrightStatement## 2026-07-13 2026-07-13 1 14 1 18 Adolescentes e mercado de trabalho_ aprendizagem profissional, desafios e perspectivas para a inserção protegida http://revista.facepesp.com.br/index.php/RevFACEPE/article/view/68 <p>Resumo<br>A inserção de adolescentes no mercado de trabalho constitui tema de relevância social, educacional e econômica, especialmente em sociedades nas quais a primeira experiência profissional pode representar uma oportunidade de autonomia, formação e construção de projetos de vida. No Brasil, entretanto, a entrada de adolescentes no mundo do trabalho deve ser analisada a partir do princípio da proteção integral, considerando os limites legais de idade, a permanência na escola, a saúde, a segurança e o desenvolvimento físico, psicológico, moral e social. Este artigo tem como objetivo analisar a relação entre adolescência e mercado de trabalho, com ênfase na aprendizagem profissional como instrumento de inserção qualificada e protegida. Busca-se discutir a legislação aplicável, as diferenças entre trabalho protegido e trabalho infantil, os desafios do primeiro emprego, a importância da educação e da qualificação, as competências exigidas pelas organizações, os impactos das transformações tecnológicas e o papel da família, da escola, das empresas e das políticas públicas. O estudo foi desenvolvido por meio de pesquisa bibliográfica e documental, de abordagem qualitativa e caráter descritivo e exploratório, utilizando legislação brasileira, documentos oficiais e literatura relacionada à juventude, educação, trabalho e aprendizagem profissional. Dados recentes do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística mostram que o trabalho infantil ainda atinge parcela relevante da população de 5 a 17 anos, especialmente nas idades de 16 e 17 anos, o que reforça a necessidade de diferenciar oportunidades protegidas de inserção profissional de situações de exploração. A aprendizagem profissional, regulamentada pela Lei nº 10.097/2000 e por normas posteriores, combina formação teórica e experiência prática e constitui importante caminho para o ingresso protegido no mercado. Conclui-se que a inserção profissional do adolescente deve ser acompanhada por formação, direitos, supervisão e respeito à escola, de modo que o trabalho contribua para o desenvolvimento e não substitua a educação ou prejudique a condição peculiar da adolescência.</p> Vitor Neves Barbosa Sueli Gonçalves Xavier Karanauskas Clayton Medeiros de Oliveira ##submission.copyrightStatement## 2026-07-22 2026-07-22 1 14 1 17 Qualidade No Atendimento Ao Cliente Em Uma Distribuidora De Autopeças_ Fatores Determinantes, Pós-Venda E Gestão Do Relacionamento http://revista.facepesp.com.br/index.php/RevFACEPE/article/view/69 <p><span style="font-weight: 400;">A qualidade no atendimento ao cliente constitui elemento estratégico para organizações que atuam em mercados competitivos, especialmente em segmentos nos quais o consumidor depende de rapidez, precisão das informações e confiabilidade dos produtos. No comércio e na distribuição de autopeças, o atendimento assume características particulares, pois a compra frequentemente envolve necessidade técnica, urgência operacional, compatibilidade entre componentes, disponibilidade de estoque, condições de pagamento e serviço pós-venda. Este artigo tem como objetivo analisar os fatores que influenciam a qualidade do atendimento ao cliente em uma distribuidora de autopeças, tomando como base o projeto de pesquisa do Grupo 1 e ampliando sua discussão por meio de pesquisa bibliográfica. A abordagem é qualitativa, de caráter descritivo e exploratório, fundamentada em literatura de qualidade em serviços, marketing, gestão de relacionamento e atendimento ao consumidor. A análise demonstra que a qualidade percebida não depende somente da cordialidade do atendente, mas da integração entre conhecimento técnico, comunicação, disponibilidade de produtos, processos internos, pós-venda, gestão de reclamações e condições comerciais. Conclui-se que a melhoria do atendimento exige visão sistêmica, capacitação dos colaboradores, integração entre estoque e vendas e utilização sistemática do feedback dos clientes para aperfeiçoar processos.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Palavras-chave: Qualidade no atendimento; Cliente; Autopeças; Pós-venda; Gestão de relacionamento.</span></p> Vitor Neves Barbosa Vanessa Bernardo Assunção Rafael Bertulli Francine Gomes de Melo Adalto Pinheiro Lima Luiz Antonio Minholi Júnior Márcio Martins Romeiro Antonio Vieira dos Santos Neto Alexsandra Souza Silva ##submission.copyrightStatement## 2026-07-07 2026-07-07 1 14 1 15 Gestão De Equipes No Trabalho Híbrido E Remoto_ Desafios De Comunicação, Acompanhamento, Desempenho E Liderança Nas Organizações http://revista.facepesp.com.br/index.php/RevFACEPE/article/view/70 <p><span style="font-weight: 400;">As transformações nas formas de organização do trabalho, impulsionadas pela digitalização e pelo uso intensivo das tecnologias da informação, ampliaram a presença dos modelos remoto e híbrido nas organizações. Essa mudança produz novas possibilidades de flexibilidade, autonomia e descentralização, mas também modifica as responsabilidades dos gestores na coordenação das equipes. Este artigo analisa os principais desafios da gestão de equipes no trabalho híbrido e remoto, com ênfase na comunicação, no acompanhamento das atividades, no desempenho, na produtividade, no engajamento, na integração dos colaboradores e no uso das ferramentas tecnológicas. O estudo foi desenvolvido a partir do projeto de pesquisa do Grupo 2, adotando abordagem qualitativa, caráter descritivo e exploratório e procedimento bibliográfico. A discussão fundamenta-se principalmente em Castells (2002), Robbins e Coulter (2014), Robbins (2018), Marconi e Lakatos (2010) e Mascarenhas (2012). A análise indica que a gestão remota ou híbrida não consiste simplesmente em transferir o trabalho presencial para plataformas digitais. Ela exige redefinição de práticas de liderança, clareza de objetivos, confiança, autonomia, comunicação estruturada e critérios de acompanhamento orientados para resultados. Conclui-se que a adaptação organizacional depende da capacidade de combinar tecnologia e gestão de pessoas, preservando alinhamento, integração e condições adequadas para o desempenho das equipes.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Palavras-chave: Trabalho híbrido; Trabalho remoto; Gestão de equipes; Comunicação organizacional; Liderança.</span></p> Vitor Neves Barbosa Tamiris de Oliveira Lacerda Weriston Leme de Moraes Valéria Muniz Vitoria da Silva Nunes ##submission.copyrightStatement## 2026-07-07 2026-07-07 1 14 1 14 People Analytics E Gestão Estratégica De Pessoas_ Uso De Dados Para Compreender E Reduzir O Turnover Nas Organizações http://revista.facepesp.com.br/index.php/RevFACEPE/article/view/71 <p><span style="font-weight: 400;">O People Analytics representa uma abordagem de gestão de pessoas orientada pela utilização sistemática de dados e análises para apoiar decisões organizacionais. Sua aplicação ganha relevância diante dos desafios relacionados à rotatividade de pessoal, fenômeno que pode produzir custos financeiros, perda de conhecimento, impactos sobre produtividade e alterações no clima organizacional. Este artigo analisa como o People Analytics pode contribuir para compreender fatores associados ao turnover e apoiar ações preventivas de retenção de talentos. O estudo tem abordagem qualitativa e caráter bibliográfico, preservando o eixo metodológico do projeto do Grupo 3. A discussão parte das contribuições de Chiavenato (2020), Ulrich (2000) e Lakatos e Marconi (2010), articulando-as à necessidade de transformar dados de Recursos Humanos em informações úteis à tomada de decisão. A análise demonstra que a utilização de indicadores, cruzamento de informações e interpretação de padrões pode ampliar a capacidade estratégica do RH, desde que os dados sejam confiáveis, contextualizados e utilizados de forma responsável. Conclui-se que o People Analytics não deve ser entendido apenas como tecnologia, mas como mudança na forma de pensar a gestão de pessoas, aproximando decisões de evidências e favorecendo ações de retenção, desenvolvimento e melhoria do desempenho organizacional.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Palavras-chave: People Analytics; Gestão de pessoas; Turnover; Retenção de talentos; Gestão baseada em dados.</span></p> Vitor Neves Barbosa Cláudia das Dores de Souza Lacerda Wanda Bezerra Lisboa Marcela Oliveira Martins Fabiana Amanda Vicente Nunes Jaqueline Aparecida Pereira Patrícia Cristina Rodrigues Jennifer Fabiani Paulo da Silva ##submission.copyrightStatement## 2026-07-07 2026-07-07 1 14 1 13 Riscos Ocupacionais Na Limpeza Hospitalar Em Unidades De Terapia Intensiva: Desafios Entre A Pressão Pela Liberação De Leitos, A Exposição A Agentes Biológicos E Químicos E A Segurança Do Trabalhador http://revista.facepesp.com.br/index.php/RevFACEPE/article/view/72 <p><span style="font-weight: 400;">A limpeza hospitalar constitui atividade essencial para a manutenção de ambientes seguros e para o controle de infecções relacionadas à assistência à saúde, mas expõe os trabalhadores responsáveis pela higienização a diferentes riscos ocupacionais. Em Unidades de Terapia Intensiva (UTI), a complexidade assistencial, a circulação de pacientes em condições críticas e a necessidade de liberação rápida de leitos podem aumentar a pressão sobre as equipes de limpeza. Este artigo analisa os riscos ocupacionais associados à limpeza em UTI, com atenção especial aos agentes biológicos e químicos e à relação entre pressão por rapidez e segurança do trabalhador. O estudo foi desenvolvido a partir do projeto do Grupo 4, adotando abordagem qualitativa e procedimento bibliográfico. A discussão é fundamentada em Pereira (2021), Mascarenhas (2012), Lakatos e Marconi (2010) e em documentos técnicos da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, do Ministério do Trabalho e Emprego e da Organização Mundial da Saúde. A análise evidencia que a segurança da limpeza hospitalar depende da articulação entre protocolos, treinamento, disponibilidade e adequação de equipamentos de proteção, organização do trabalho e condições que permitam executar as etapas de higienização sem transformar a rapidez em fator de risco. Conclui-se que a eficiência na liberação de leitos deve ser compatibilizada com práticas seguras, pois a redução do tempo não pode ocorrer à custa da exposição ocupacional ou da qualidade da limpeza.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Palavras-chave: Limpeza hospitalar; Unidade de Terapia Intensiva; Riscos ocupacionais; Agentes biológicos; Segurança do trabalho.</span></p> Vitor Neves Barbosa Samyramis Thalia L. P. de Andrade Daniele Novais Jadson Araujo de Jesus Vitória Zeferino Moura Jean Moraes Queiroz ##submission.copyrightStatement## 2026-07-07 2026-07-07 1 14 1 15 Cultura Da Permanência E Estratégias De Retenção De Talentos_ Desafios E Possibilidades Frente À Rotatividade De Colaboradores Nas Organizações http://revista.facepesp.com.br/index.php/RevFACEPE/article/view/73 <p><span style="font-weight: 400;">A rotatividade de colaboradores constitui um fenômeno relevante para a gestão de pessoas, especialmente quando ocorre de forma elevada ou concentrada em determinados grupos, áreas ou etapas da trajetória profissional. Entre trabalhadores jovens e em início de carreira, a permanência nas organizações pode ser influenciada por fatores como clima organizacional, reconhecimento, perspectivas de desenvolvimento, acolhimento e possibilidades de progressão. Este artigo analisa a cultura da permanência como estratégia de gestão diante dos índices de turnover, com foco em práticas de acolhimento, desenvolvimento contínuo, reconhecimento, participação e liderança. O estudo tem abordagem qualitativa e procedimento bibliográfico, conforme proposto no projeto do Grupo 5. A discussão parte das contribuições de Corseuil e colaboradores, de estudos do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), de Mascarenhas (2012) e de Lakatos e Marconi (2010), ampliando a análise para os conceitos de gestão de pessoas e retenção. A análise indica que a permanência não deve ser tratada apenas como resultado de incentivos financeiros, mas como consequência de uma experiência organizacional capaz de oferecer pertencimento, reconhecimento, desenvolvimento e perspectivas. Conclui-se que estratégias de retenção precisam estar integradas à cultura organizacional e aos processos de liderança, podendo contribuir para redução de custos de reposição, continuidade do conhecimento, engajamento e estabilidade das equipes.</span></p> <p><span style="font-weight: 400;">Palavras-chave: Cultura da permanência; Turnover; Retenção de talentos; Gestão de pessoas; Jovens trabalhadores.</span></p> Vitor Neves Barbosa Gustavo Oliveira Acetozzi Maria Eduarda dos Santos Correa Vieira Maria José Leitão Ferreira Gisele Cristina Neves Gastão Henrique Silva Félix ##submission.copyrightStatement## 2026-07-07 2026-07-07 1 14 1 15